& vbCrLfFrase da barra de menu desktop
Logo Voz da Fiel Titulo mobile
       
 

Fagner revela: capitão nas finais será Ralf ou Cássio

 
       
 

o lateral-direito faz análise sobre sua terceira final consecutiva de estadual

 
  Por:

Voz da Fiel

12/04/2019 12:48:11  
       
 
 
 
       
   Fagner revela: capitão nas finais será Ralf ou Cássio   
  Foto: Reprodução/Internet/Voz da Fiel  
       
  O Corinthians deve ter Ralf ou Cássio como capitães nos jogos da final do Campeonato Paulista, contra o São Paulo, com primeiro jogo no Morumbi, neste domingo, às 16h (de Brasília), e com segunda partida no dia 21, no mesmo horário, dentro da Arena Corinthians.

Um dos líderes do elenco e dono da tarja em alguns jogos da temporada, Fagner foi quem revelou a situação para os jornalistas em entrevista coletiva nesta sexta-feira. Ele foi perguntado se gostaria de ser o capitão no jogo da finalíssima, mas disse não acreditar que isso vai acontecer.

– Obviamente que gratificante é. Estar num momento histórico do clube levantando troféu, todo jogador sonha com isso. Mas acredito que deve ficar entre Cássio e Ralf, pelo número de jogos do clube. Mas o mais importante é trazer o título para cá, depois a gente levanta a taça quantas vezes forem necessárias – disse o jogador.
 
      
 

 
  No Timão desde 2014, quando iniciou sua segunda passagem pelo clube formador, Fagner disputa sua terceira final consecutiva de Paulistão. Em 2017 e 2018, foi campeão.

– Além de disputar uma final com condições de título, se acontecer e você deixar seu nome na história do clube, isso marca para sempre na história do clube. A gente sabe da dificuldade que é o Paulista, um campeonato muito difícil. Chegar numa terceira final nos deixa muito feliz. Espero poder fazer um grande jogo para conseguir nosso principal objetivo – afirmou.
 
 

 
  Ameaça de não jogar se o ônibus levar pedradas

– Essa é uma posição da diretoria, não tenho que comentar. Mas a sensação é ruim, você está acuado. A gente sabe que isso acontece, não deveria, mas é um pouco do reflexo do nosso país. As coisas acontecem, ninguém é punido da maneira correta para que não ocorra mais. Infelizmente, a gente tem que se acostumar. Nessa situação, é só torcer para que nada ruim aconteça, que uma pedra ou um objeto atirado não machuque ninguém.

Diferenças nos elencos de 2017 e 2018

– É uma pergunta difícil, o atual elenco está na final, os outros dois foram campeões. As peças eram diferentes, jogadores com características diferentes. É difícil apontar qual era melhor. Espero que esse construa a sua história, como os outros dois construíram e que a gente seja campeão.
 
 

 
  Efeito da última derrota

– Vai da consciência de cada atleta saber que não foi da forma que a gente esperava e agir. Tentar melhorar, evoluir e fazer diferente do que foi no último jogo. O adversário teve seus méritos pela maneira que jogou, mas precisamos fazer mais, sermos melhores.

Importância do primeiro jogo

– Não tem muito o que escolher, como é um jogo de 180 minutos, você tem que fazer os dois com muito equilíbrio. Contra o Santos, faltou um pouco no segundo jogo. Fizemos um primeiro jogo muito bom, mas o segundo ruim. Serviu como aprendizado para que a gente faça dois grandes jogos na final e consiga o título.

Entrada de Jadson e Ramiro

– Ramiro fez bastante essa função no Grêmio, tem qualidade com a bola no pé, noção grande de posicionamento, ajuda bastante na recomposição. O Jadson vocês já conhecem, não precisa falar muito, qualidade de passe . Foi uma opção dele, espero que a gente possa entender o quanto antes e que dê certo o que ele está planejando.
 
      
   
 

 
 
Avaliação desta notícia vai para: Bruno Cassucci (Globo Esporte)