& vbCrLfFrase da barra de menu desktop
Logo Voz da Fiel Titulo mobile
       
 

Empresa leva a concessão do Pacaembu por 35 anos

 
       
 

Os clubes que usam o estádio ainda não foram informados sobre o resultado da licitação

 
  Por:

Voz da Fiel

08/02/2019 17:17:35  
       
 
 
 
       
   Empresa leva a concessão do Pacaembu por 35 anos   
  Foto: Reprodução/Internet/Voz da Fiel  
       
  A prefeitura de São Paulo concluiu na manhã desta sexta-feira o processo de licitação do Pacaembu. O vencedor foi o consórcio Patrimônio SP, formado pelo fundo de investimentos Savona e pela empresa Progen, que poderá explorar o estádio pelos próximos 35 anos.

O consórcio pagou R$ 111,2 milhões pela concessão, valor quase três vezes mais alto que os R$ 37 milhões estimados inicialmente pela prefeitura. Outras quatro empresas fizeram ofertas menores – uma delas foi a W Torre, que construiu e administra o estádio do Palmeiras.

Hoje, o clube que mais usa o Pacaembu para jogos de futebol é o Santos. O presidente José Carlos Peres já disse que pretende mandar pelo menos metade das partidas do Santos no ex-estádio da Prefeitura de São Paulo.

O Corinthians também costumam usar o Pacaembu quando está impedido de usar a Arena Corinthians. Todos os clubes de São Paulo ainda não foram informados oficialmente sobre o resultado da licitação.
 
      
 

 
  Chama atenção a diferença de valores em relação ao que era discutido há dez anos entre Corinthians e Prefeitura, então comandada por Gilberto Kassab. Na época, o Timão apresentou projeto de modernização do estádio por R$ 100 milhões. A Secretaria de Esportes, porém, exigia R$ 250 milhões em reformas no local.

- Lance mínimo exigido pela Prefeitura para a concessão: R$ 37 milhões
- Concessão do Pacaembu à empresa Progen e o fundo de investimentos Savona: R$ 112 milhões
- Proposta do Corinthians de concessão do Pacaembu em 2009: R$ 100 milhões (R$ 170 milhões, corrigidos pela inflação)
- Pedido da Prefeitura ao Corinthians pela concessão do Pacaembu em 2009: R$ 250 milhões (R$ 425 milhões, corrigidos pela inflação)

No fim das contas, o projeto de privatização do Pacaembu àquela época nem mesmo foi aprovado na Câmara dos Vereadores. O então vereador e superintendente de futebol do São Paulo Marco Aurélio Cunha era ferrenho opositor à concessão do estádio.
 
      
   
 

 
 
Avaliação desta notícia vai para: Voz da Fiel