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Diretor do Corinthians se preocupa com logística para chegar à Venezuela

 
       
  Segundo André Hernan (Globo Esporte),

para o diretor-adjunto de futebol do Timão, situação é delicada: "vamos achar algo viável"

 
  Por:

Voz da Fiel

14/05/2019 07:37:41  
       
 
 
 
       
   Diretor do Corinthians se preocupa com logística para chegar à Venezuela   
  Foto: Reprodução/Internet/Globo Esporte  
       
  O Corinthians está preocupado com a logística para chegar à Venezuela, onde terá de enfrentar o Deportivo Lara, no jogo de volta da segunda fase da Copa Sul-Americana. O sorteio dos confrontos do torneio continental aconteceu na noite desta segunda-feira na sede da Conmebol, em Assunção, no Paraguai, e o Timão esteve representado por Jorge Kalil, diretor-adjunto de futebol.

– O que mais nos preocupa neste momento é a logística para chegar lá. Estava conversando com um dirigente do Atlético-MG que estava relatando a dificuldade de chegar à Venezuela. Se a equipe adversária não oferece condições logísticas para que o Corinthians jogue lá, poderia se pensar de fazer a partida em outro país, outro local. Mas não tenha dúvida de que o Corinthians vai à Venezuela, vai achar uma solução viável para que tudo ocorra da melhor maneira possível – ponderou Kalil.
 
      
 
 
 
  O jogo de ida será realizado entre os dias 21 e 23 de maio. Já o duelo de volta acontece na semana do dia 28 de maio. Portanto, o Timão terá duas semanas para pensar em toda a logística para a viagem e permanência em solo venezuelano. O país atravessa uma grave crise política e humanitária.

– O Corinthians não vai pedir auxílio nem para transferir. O que solicitamos é que nos deem condições logísticas para chegar lá. Penso que a equipe adversária também poderia participar nos auxiliando na logística para chegar lá. O Corinthians entra em todas as competições para vencer, o Corinthians não prioriza nenhuma competição. Entramos com o objetivo único de vencer – completou Kalil.

No ano passado, o Corinthians visitou o Deportivo Lara na primeira fase da Libertadores e também teve dificuldades para montar o planejamento da viagem. Em voo fretado, a delegação demorou dez horas para desembarcar em solo venezuelano. À época, a viagem custou R$ 1,3 milhão. Até um cozinheiro foi levado para evitar problemas na alimentação dos atletas.