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Corinthians, por padrão, sofre com menores e crescer em clássicos

 
       
 

é uma espécie de tradição perigosa no Parque São Jorge em 2019

 
  Por:

Voz da Fiel

28/03/2019 07:59:11  
       
 
 
 
       
   Corinthians, por padrão, sofre com menores e crescer em clássicos   
  Foto: Reprodução/Internet/Voz da Fiel  
       
  O Corinthians passa aperto contra os times considerados pequenos e joga a vida nos clássicos e decisões que disputa. Ontem, na Arena, o Alvinegro sofreu muito contra a Ferroviária e só se classificou às semifinais do Campeonato Paulista nos pênaltis após 1 a 1 no tempo normal; agora espera vir forte para o duelo contra o Santos - como aconteceu em todo clássico na atual temporada.

A postura corinthiana em jogos grandes é de "faca nos dentes". Não à toa Carille tem um baita retrospecto nas duas passagens pelo time alvinegro neste tipo de duelo. Ele perdeu só três dos 24 clássicos que disputou no Corinthians: parece que quanto mais importante a partida, melhor o time joga. Já contra os pequenos o desempenho tem sido questionável e as vitórias, no fio da navalha. A "sorte" é que agora só sobraram grandes no Paulistão, e a defesa do bicampeonato se dará nos moldes que o Alvinegro gosta.
 
      
 

 
  "Todo o mundo quer mostrar seu valor contra o Corinthians, quer tentar tirar uma casquinha. Nós temos que valorizar o que conquistamos: quatro mata-matas, e conseguimos classificar", exalta Vagner Love, referindo-se às classificações contra Ferroviário-CE e Avenida-RS, na Copa do Brasil; Racing (ARG) na Sul-Americana; e agora Ferroviária.

Os rivais que se cuidem?

É palpável a diferença nas atuações nos clássicos deste ano em comparação aos jogos contra times menos expressivos. Para cada vez que o time sofre contra Ferroviário-CE, Avenida-RS ou São Bento, há uma apresentação elogiável contra Santos, Palmeiras ou São Paulo. O torcedor já percebeu, é claro, e agora se empolga com a reta final do Estadual.
 
 

 
  Carille faz Clayson renascer na hora certa

Um dos destaques do Corinthians de Carille em 2017, o atacante Clayson iniciou o ano em baixa e quase virou moeda de troca por Luan, do Atlético-MG. No entanto, Carille foi um dos responsáveis por segurar o camisa 25, autor das assistências dos dois gols do Alvinegro contra a Ferroviária nas quartas de final. Ele deu passe para Gustagol no empate por 1 a 1, em Araraquara, e repetiu o feito com jogada individual, em assistência para o gol de Júnior Urso, ontem, em Itaquera.

"O nosso futebol está em falta de jogadores que quebram a marcação, jogadores agudos. Ele passou por um período difícil [em 2018], teve uma filha prematura, perdeu a sogra cedo, teve contusão... Quando acertei com o Corinthians já falei que queria contar com ele porque tem habilidade, tem o um contra um que está em falta em nosso país", afirmou Fábio Carille em entrevista coletiva.
 
 

Corinthians, por padrão, sofre com menores e crescer em clássicos

 
  Torcida quer Cássio na seleção e na pele

Cássio foi fundamental para a classificação corinthiana. O goleiro defendeu a cobrança do atacante Thiago Santos, da Ferroviária, e foi mais uma vez fundamental para a classificação à semifinal do Paulistão. A torcida do Corinthians foi ao delírio com outra grande atuação do camisa 12. Há torcedor que o vê como o melhor goleiro do Brasil e sua ausência na seleção brasileira já é considerada crime. Existe até torcedor que fez uma promessa: em caso de outra grande atuação do goleiro, ele fará uma tatuagem da cara do jogador.

Duas vagas para quatro jogadores na semifinal

As atuações apagadas do Corinthians contra a Ferroviária deixaram dúvidas na escalação de Fábio Carille para os duelos contra o Santos. Quatro jogadores disputam duas posições no sistema ofensivo: Jadson x Sornoza e Vagner Love x Pedrinho. O treinador já escondeu quem joga diante dos santistas em entrevista após a classificação. Jadson e Love foram titulares ontem, mas tiveram atuações bem abaixo do esperado.
 
      
   
 

 
 
Avaliação desta notícia vai para: Arthur Sandes (UOL)