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Andrés vai a Brasília para discutir projeto de lei sobre clubes

 
       
 

Andrés na Arena Corinthians para duelo contra o Fluminense, pela Sul-Americana

 
  Por:

Voz da Fiel

09/10/2019 14:59:28  
       
 
 
 
       
   Andrés vai a Brasília para discutir projeto de lei sobre clubes   
  Foto: Reprodução/Internet/Voz da Fiel  
       
 

O presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, foi chamado a Brasília nesta quarta-feira para discutir o projeto de lei sobre clubes-empresa, idealizado pelo deputado Pedro Paulo (DEM-RJ). O mandatário alvinegro, ao lado de dirigentes de outros clubes brasileiros, participará de uma reunião para aprimorar o texto em questão, até agora rejeitado pela maioria dos clubes.

Reprovado duas vezes, o texto-base é visto com desconfiança por poder beneficiar o Botafogo, que já tem engatilhada para o fim do ano uma parceria neste sentido. Além de Andrés estarão presentes os presidentes do CSA (Rafael Tenório), Flamengo (Rodolfo Landim) e Internacional (Marcelo Medeiros).

 
      
 

 
 

Desses, Tenório já demonstrou ser a favor do projeto, enquanto os outros esperam mais detalhes para adotar uma posição oficial. De acordo com o autor do projeto, porém, o Timão demonstrou interesse recentemente na ideia.

"E por que o Corinthians está interessado com projeto? Por que o Athletico-PR também está interessado? Por que o Fluminense tem um seminário para discussão de clube-empresa? Estamos estudando a dívida do Botafogo porque é crônica. Mas falamos também com o Cruzeiro, com o presidente do Bahia. Estamos conversando com todo mundo".

 
 

 
 

O clube do Parque São Jorge disse que não se pronunciaria sobre o assunto. Ainda segundo a matéria, o Corinthians já teria desenvolvido um projeto e estaria interessado na divisão 50% mais um, com as associações civis (os clubes sociais) mantendo a maioria de ações da empresa a ser criada.

Com trâmite que passa diretamente por uma comissão de clubes brasileiros, o projeto já foi recusado duas vezes e segue em fase de elaboração do texto final. A ideia é que a lei seja criada antes da votação da Reforma da Previdência no Senado, que impossibilitaria o refinanciamento das dívidas no tempo pretendido pelo deputado.

 
      
   
 

 
 
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