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Andrés Sanchez diz que a Globo não deixou ele ser o presidente da CBF

 
       
 

falou também que não existe essa de estrutura do Corinthians na CBF

 
  Por:

Voz da Fiel

24/03/2019 12:44:20  
       
 
 
 
       
   Andrés Sanchez diz que a Globo não deixou ele ser o presidente da CBF   
  Foto: Reprodução/Internet/Voz da Fiel  
       
  Andrés Sanchez foi o convidado do programa Grande Círculo do canal por assinatura SPorTV, o programa tem apresentação do narrdor Mílton Leite.

Durante o programa, vários assuntos foram abordados e as questões relacionadas a sua passagem pela CBF e a sua antiga ambição de ser o presidente da entidade máxima do futebol não ficaram de fora.

Disse também que mantém um ótimo relacionamento com o técnico Tite, diferente do Edu Gaspar com quem não fala até hoje e nega que exista alguma briga ente eles.
 
      
 

 
  Veja na integra a sequencia de perguntas e respostas:

Ana Thaís: Andrés, você teve uma passagem pela CBF e nunca escondeu sua vontade de voltar para lá, né? Recentemente, quando teve a última eleição, você falou muito sobre isso, qual a sua relação com a CBF, Tite e Edu? Por que durante muito tempo se dizia que a CBF era corinthiana, era ligada ao Corinthians. A estrutura da CBF com o Mano, com o Tite. Qual é a sua relação com eles dois e com a CBF? Você tem intenção de ser presidente da CBF?

Andrés: Vamos lá. O Tite, que eu saiba, não é corinthiano. Ele trabalhou no Grêmio, no Inter, no Palmeiras. O Edu, concordo, o Edu é corinthiano, tem a cara do Corinthians, sempre frequentou. Eu coloquei ele como diretor no futebol profissional. O Mano era do Grêmio, veio para Corinthians, não tem nada a ver com o Corinthians. Eu era ex-presidente do Corinthians e fiquei 10 meses na CBF e saí porque discordei de um monte de coisa, e eles queriam ter lá um Marinho e Marco Polo, um fantoche, e de fantoche eu não tenho nada. Eu respeito o presidente, quem decide é o presidente, mas se não ouvirem a minha opinião, eu não vou ficar aqui. E eles contrataram um treinador sem eu saber, e eu saí. Eu não saí porque tirou o Mano, era o Felipão, eu descordava de tirar o Mano, mas o presidente quis tirar e "vamos tirar". Mas já tinham contratado treinador e eu não sabia do treinador, por isso que eu saí. Nem foi falado se eu queria ou não queria. Eu não queria tirar o Mano. Eu achava que era um erro ter tirado naquele momento. Quiseram tirar, tira. Mas treinador estava contratado desde agosto, que era Felipão. Sem eu saber! Eu tive que pegar e ir embora, não precisavam da minha cara.
 
 

 
  Ana Thais: E sua relação com o Tite hoje?

Andrés: Com o Tite é muito boa.

Ana Thais: E com o Edu?

Andrés: Com o Edu não é, porque não conversamos, não brigamos nem nada, mas não conversamos. Já quis mais (ser presidente da CBF). Hoje é difícil. Porque a Globo não permite, porque as Federações não querem, é o sistema. É democrático? Não. Mas é legal. O Marco Polo foi eleito... Está bem. Eu não acho justo, mas é legal, está no estatuto. O Reinaldo foi eleito presidente da FPF com o mesmo sistema da CBF. Eu acho que não é justo, não é legal.
 
 

 
  Luís Roberto: E qual sistema seria justo?

Andrés: Os clubes votam em quem quiser. Tem quantos clubes na Séria A, B, C e D? 60? Escolhem um.

Martin: Mas os clubes não conseguem inviabilizar um candidato?

Andrés: Só se romper com tudo, precisa ter oito assinaturas de federações.

Martin: Precisa ter oito assinaturas de federações e cinco clubes. Não consegue?

Andrés: Me ajuda.

Martin: Teve um presidente de federação que me disse: "Nunca, nenhum clube veio aqui me propor um candidato." O presidente da Federação de Pernambuco.

Andrés: Ele está errado. O novo aí. Esse novo. Mas pergunta para o outro, se eu não fui lá. A última eu não tentei, mas na do Marco Polo eu fui lá.

Milton Leite: Por que que a Globo não quer que o senhor seja presidente?

Andrés: Ela não tem nem esse poder. O que eu quero dizer é o sistema do futebol. É a Globo, que é a maior patrocinadora do futebol. São as federações, os clubes, é difícil.
 
      
   
 

 
 
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