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Ídolo do Corinthians da década de 50, Cabeção nos deixava há um ano

 
       
 

Ex-goleiro do Timão faleceu no dia 6 de janeiro de 2020, aos 89 anos

 
  Por:

Voz da Fiel

06/01/2021 11:57:33  
       
 
 
 
       
   Ídolo do Corinthians da década de 50, Cabeção nos deixava há um ano   
  Foto: Arquivo Corinthians/Corinthians  
       
 

Um dos ídolos do Timão e principais goleiros da história do clube, Cabeção, falecia há exatamente um ano. Teve como grande marca na carreira ter sido o primeiro goleiro do Brasil a utilizar luvas. Foi, também, o primeiro da posição na história a trocar a camisa preta pela cinza.

Natural de São Paulo, o goleiro chegou no Timão aos oito anos de idade, e aos 12 já atuava no time infantil. Em 1949, foi promovido ao time principal junto com Roberto Belangero, Luizinho e Idário. O goleiro foi o único a fazer frente a outro ídolo alvinegro: Gylmar dos Santos Neves. Durante a década de 50, os dois batalharam entre si pela titularidade no gol do Timão.

 
      
 

 
 

A “rivalidade” entre Cabeção e Gylmar, no entanto, era mais para proximidade, e vai até a data de nascimento: o goleiro com quem disputava posição nasceu no dia 22 de agosto de 1930, ou seja, um dia antes da data de seu registro. Os dois duelaram por uma vaga na meta alvinegra, e em vantagem, Gylmar “provocou” uma saída de Cabeção: ele queria mais oportunidades e deixou o time, passando por algumas equipes como Portuguesa, Portuguesa Santista, Bragantino e Bangu.

Cabeção chegou a ser convocado para a Seleção Brasileira em 1953. Tanto por seu próprio mérito como em um momento de lesão de Gylmar, ele integrou o grupo que disputou a Copa do Mundo de 1954. E quatro anos depois, retornaria ao Timão, para ficar até 1966.

 
 

 
 

Ele vestiu a camisa do Corinthians em 326 partidas e conquistou os títulos do Paulistão (1951 e 1954) e Torneio Rio - São Paulo (1953/54).

Quarto goleiro com mais jogos na história do Corinthians, Cabeção também foi técnico do Timão por um jogo. No Campeonato Paulista de 1976, foi interino após a saída de Filpo Nunes, e no banco de reservas, venceu o clássico contra o São Paulo por 1 a 0. Depois, entregou o cargo para Duque.

 
      
   
 

 
 
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