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Gabriel usa centro de inteligência do Corinthians, evolui com Mancini e ganha elogios

 
       
 

Volante foi titular nos últimos cinco jogos e tem o hábito de pedir vídeo de seus jogos para análise

 
  Por:

Voz da Fiel

20/12/2020 13:11:12  
       
 
 
 
       
   Gabriel usa centro de inteligência do Corinthians, evolui com Mancini e ganha elogios   
  Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians  
       
 

Foram sete jogos longe do time titular do Corinthians até convencer o técnico Vagner Mancini sobre sua capacidade de melhorar o meio de campo.

Em sua quarta temporada no Timão, Gabriel, enfim, ganhou a confiança do treinador e foi escalado desde o início nas últimas cinco partidas. Não é à toa. O volante é visto no clube como um dos mais estudiosos e usa o centro de inteligência, o Cifut, a seu favor para melhorar.

 
      
 

 
 

Cada jogador recebe do Corinthians uma edição de vídeos dos próprios lances jogo a jogo, quando pegou a bola, quando estava na marcação e demais ações.

Gabriel costuma pedir o VT completo da partir para ver e rever, além do compacto. E assiste tudo. Assim, consegue ter uma ideia de pontos positivos e negativos a serem corrigidos.

 
 

 
 

Para o técnico Vagner Mancini, o mais importante é o jogador ter entendido rapidamente algumas questões do jogo propostas a ele: velocidade, agilidade, jogo vertical e intensidade. Tudo isso credencia Gabriel a seguir no time.

– É importante a gente falar do Gabriel porque talvez seja o jogador, em um grupo de quatro ou cinco jogadores, que mais evoluiu desde a minha chegada. Tanto é que quando chego ao Corinthians e fizemos o jogo contra o Athletico-PR, eu acabei tirando o Gabriel do time, e ele demorou um pouquinho a voltar, mas entendeu rapidamente a forma como peço para os volantes darem velocidade e agilidade na bola, sempre jogando para frente. É algo que me agrada bastante. Acelerando jogo nesse setor, faz com que a quebra de linha seja mais acentuada – ponderou Mancini.

 
 

 
 

Com um discurso linear desde sua chegada, Mancini também fez questão de ressaltar que, mesmo diante da evolução tática de Gabriel, é preciso seguir mantendo no dia a dia o bom rendimento para se manter em alta.

– Entendeu e evoluiu muito, até em termos táticos. Mas é uma evolução constante. Não pode achar que já está bom. Tenho dito isso a todos, principalmente a ele, porque é um atleta com quem converso bastante. Já havia sido meu jogador no Botafogo. Por isso, houve assimilação mais rápida diante do que estava sendo proposto – encerrou o técnico.

 
      
   
 

 
 
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