& vbCrLfFrase da barra de menu desktop
Logo Voz da Fiel Titulo mobile
       
 

Timão muda estratégia com lojas e licenciados

 
       
 

superintendente de marketing também fala sobre patrocínio máster, ações na Arena e quer resgatar "DNA maloqueiro e sofredor"

 
  Por:

Voz da Fiel

14/08/2018 15:44:38  
       
 
 
 
       
   Timão muda estratégia com lojas e licenciados   
  Foto: Globo Esporte  
       
  Em busca de mais receitas, o Corinthians mudou a sua estratégia e não vai mais terceirizar a gestão de suas lojas oficiais e também de seus contratos de licenciamento. Essa e outras ações do clube foram explicadas por Caio Campos, superintendente de marketing do Timão.

O profissional também falou sobre a busca por um patrocínio máster, as negociações pela venda do name rights da Arena Corinthians e falou em resgatar valores do clube, como o "DNA maloqueiro e sofredor". Segue abaixo as principais perguntas e respostas da entrevista:

Como você quer que a marca Corinthians seja vista?

Caio Campos – Quero que a marca Corinthians seja vista como foi nesses 108 anos. Não estou aqui para mudar a marca do clube, mas resgatar valores que acho que estão se perdendo durante o tempo.
 
      
 

 
  O lado maloqueiro e sofredor estava se perdendo?

– Não é que estava se perdendo, não posso colocar isso como valor de marca para o Corinthians. Mas esse conceito se identifica com o que a gente sente. Se não a gente não cantaria isso na arquibancada.

Você voltou ao clube há quase cinco meses. Qual o seu balanço deste período?

– O clube estava bem diferente, isso não quer dizer certo ou errado. Mas estava em um formato diferente de estruturação do que há seis anos, quando eu estava aqui. Estamos tentando entender como cada departamento estava funcionando e integrar marketing, arena e comunicação.

Como está a área comercial?

– Fizemos uma mudança na parte de licenciamentos. Isso antes era terceirizado, agora estamos trazendo de volta para o clube as licenças, o que vai nos ajudar a ter mais relação com o mercado. Eles voltam a ser licenciados do clube.

E sobre a venda do name rights da arena, que o torcedor tanto pergunta: o que tem de novo?

– O Luis Paulo brinca sobre o naming rights dizendo que não existe meia mulher grávida. Ele está ou não. Não gostamos de falar de naming rights por causa disso. Tem uma estratégia? Sim. Estamos trabalhando para isso? Todo dia, sem parar. Mas não dá para prometer nada para o torcedor, entendeu? Meu trabalho mesmo, saneando as contas da arena, depende muito dessa propriedade que vale tanto. O que podemos dizer é que estamos focados nisso, é uma preocupação constante do Andrés, do Luis Paulo, minha... Mas é um contrato difícil, longo.

A estratégia segue a mesma, mais ou menos R$ 300 milhões para um contrato de 20 anos?

– A ideia é a mesma. A estratégia comercial continua a mesma. Dificilmente ela vai mudar pelas obrigatoriedades que a gente tem que pagar. Não tem como falar para o torcedor que vai ter daqui a um ano, daqui a dois. Não dá para prometer nada. Tem que trabalhar para que realmente se assine. É um contrato difícil de assinar não só pelo valor, mas pelo tempo. É um contrato de 20 anos, nem a gente sabe onde vai estar daqui a 20 anos.

Sobre outro assunto que a torcida sempre pergunta: patrocínio máster. O clube ainda pode fechar algum acordo para este ano?

– É possível, só não vou prometer. Estamos negociando com algumas empresas e discutindo valores. Não está fácil, mas é possível.

O clube segue pedindo R$ 30 milhões por um contrato de um ano?

– Depende. O planejamento quem fez não foi a gente. Para a gente fechar o que foi planejado, temos que buscar R$ 30 milhões. Essa é a referência que vocês têm, foi colocado isso lá atrás. Mas isso não quer dizer que eu não vá aceitar 20, 25, 28.
 
      
   
 

 
 
Avaliação desta notícia vai para: Bruno Cassucci (Globo Esporte)