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Invencibilidade e jejum: o paradoxo do Corinthians e Jair Ventura

 
       
 

time se dá bem como visitante na Copa do Brasil, mas técnico ainda não venceu fora de cas

 
  Por:

Voz da Fiel

10/10/2018 14:10:32  
       
 
 
 
       
   Invencibilidade e jejum: o paradoxo do Corinthians e Jair Ventura   
  Foto: Marcos Ribolli/Globo Esporte  
       
  O desempenho fora de casa foi um dos fatores que levaram o Corinthians à final da Copa do Brasil, que começa a ser disputada contra o Cruzeiro, nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no Mineirão.

Nas fases anteriores, a equipe passou invicta jogando fora de Itaquera:

- Empatou em 0 a 0 com o Vitória, nas oitavas de final;

- Venceu a Chapecoense por 1 a 0, nas quartas;

- Segurou o empate em 0 a 0 com o Flamengo, na semi.

Diante do Cruzeiro, o Timão tentará repetir a dose e garantir um bom resultado para decidir o título na Arena Corinthians, na próxima quarta-feira, dia 17.

Porém, há um paradoxo. Se por um lado o clube está invicto fora de casa no torneio nacional, por outro ainda não venceu longe de seus domínios sob o comando de Jair Ventura.
 
      
 

 
  O treinador, que está há pouco mais de um mês à frente do Corinthians, dirigiu o time em três partidas como visitante e ainda não conseguiu vencer. Ele estreou com derrota no clássico contra o Palmeiras por 1 a 0 e empatou sem gols com Flamengo e América-MG.

É lógico que Jair gostaria de acabar com esse jejum na partida desta quarta-feira, no Mineirão, mas o objetivo principal diante do Cruzeiro é evitar uma derrota. Assim como foi na semi contra o Flamengo, o Corinthians deve apostar nos contra-ataques.

Na primeira semifinal (contra o Flamengo), a gente foi criticado por não ter tido tanta posse de bola, ter chutado tanto, mas conseguimos um resultado para decidir na nossa casa. Agora está todo mundo ciente da maneira que vamos enfrentar o Cruzeiro – afirmou o goleiro Cássio.

Nesta temporada, o Corinthians disputou 32 jogos como visitante, tendo dez vitórias, oito empates e 14 derrotas, aproveitamento de 40%. Foram 39 gols marcados e 31 sofridos.
 
      
   
 

 
 
Avaliação desta notícia vai para: Bruno Cassucci (Globo Esporte)