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Conselho do Timão não apurou incidentes em eleição

 
       
 

em janeiro, comissão eleitoral sugeriu investigação sobre compra de votos e outras infrações

 
  Por:

Voz da Fiel

17/08/2018 15:19:54  
       
 
 
 
       
   Conselho do Timão não apurou incidentes em eleição   
  Foto: Globo Esporte  
       
  Em janeiro deste ano, a Comissão Eleitoral do Corinthians produziu um relatório apontando indícios de diversas irregularidades no pleito do clube, inclusive compra de votos, e orientou que a Comissão de Ética do clube apurasse o caso. Até o momento, porém, nada foi feito.

O Conselho Deliberativo alvinegro, que foi renovado após a eleição de fevereiro deste ano, não tomou nenhuma providência sobre o assunto.

A justificativa apontada por Ademir de Carvalho Benedito, presidente da Comissão de Ética, é de que ele não recebeu os documentos:

– Não chegou nada para mim. Quando assumi, fui até preparado para esse caso, que é relativamente grave. Mas não me passaram relatório nenhum, até procurei informações. Eu tenho o maior interesse nessas apurações – afirmou.
 
      
 

 
  Miguel Marques e Silva, presidente da Comissão Eleitoral, diz que entregou o seu parecer e todos os outros documentos a Guilherme Strenger, ex-presidente do Conselho Deliberativo. Strenger, por sua vez, afirma que repassou o material à secretaria do órgão. Caberia, então, ao novo presidente do Conselho, Antônio Goulart dos Reis dar andamento ao processo.

A reportagem procurou Goulart, que é deputado federal (PSD-SP), mas não obteve retorno da assessoria de imprensa dele em nenhuma das três tentativas.

O parecer da comissão eleitoral sugeria a investigação sobre diversos conselheiros do Corinthians, entre eles o ex-presidente Roberto de Andrade, o candidato à presidência Antônio Roque Cittadini e o ex-secretário geral Antônio Jorge Rachid Júnior. Em áudio enviado a um grupo de WhatsApp, Rachid prometeu regularizar sócios que estivessem inadimplentes em troca de votos na eleição do clube.

Em paralelo a isso, o Ministério Público de São Paulo investiga se o empresário Carlos Leite repassou dinheiro ao clube com o objetivo de anistiar sócios em troca de votos.

Além disso, há um inquérito em andamento sobre suposta fraude no pleito. Em manifestação no dia 11 de julho, o MP apontou que o processo eleitoral não foi "íntegro, seguro e confiável".
 
      
   
 

 
 
Avaliação desta notícia vai para: Bruno Cassucci (Globo Esporte)